VÍBORA-MANTRA

Este vídeo, em looping ininterrupto, habitava uma caixa de espelhos nesta grande sala forrada de vinil. É a minha interpretação da Nonada de Guimarães Rosa, a figura infinita da travessia, do "ser tão", filtrada pela impacto que senti diante da versão criada por Arlindo Daibert, artista plástico já morto, que produziu uma série primorosa de gravuras inspirada no Grande Sertão: Veredas. Houve quem visse ali no meu trabalho figuras de Rorschach estranhamente animadas. E houve quem identificasse algo mais letal.

[looping video / backprojection / mirrors / sound]
Grande Galeria do Palácio das Artes / Belo Horizonte
(2006)








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A Nonada de Arlindo Daibert (série de xilogravuras, 1984):




Registros do segmento "Víbora-Mantra", da minha instalação "Retrovão":















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